Já não escrevia há um mês. Pois. desde aí ja espatifei o carro todo( ou melhor, espatifaram-mo), já dei cabo do portátil que não funciona, ja soube de notícias que me deixaram triste, ja passei horas e horas a trabalhar com o sol lá fora a convidar para ir para a praia. Já desejei voltar aos tempos de faculdade, nos quais nesta altura já passeava um bronze saudável, já passei noites muitos giras com os ex-colegas do jornal. Já fui mandada parar numa operação stop (numa das noites giras) depois de ter bebido sangria pra lá do habitual. Já fui perdoada pelo Sr guarda que acreditou que só tinham sido 2 copos e que por isso estava descansada porque não iria acusar nada. Já menti duas vezes aos senhores guardas (uma no acidente e outra na operação stop) sobre o porquê de passados 2 anos de ter mudado de casa, ainda constar na carta de condução a morada antiga. Mais uma vez perdoada, que vá-se lá saber porquê ficam com pena de mim, e não me espetam com €60 de multa. Hum...mais coisas... todos os dias me sinto a engordar mais um bocadinho, e dou por mim a comprar iogurtes magros no pingo-doce. Todos os dias juro a mim mesma que amanhã vou ao ginásio, e acabo sempre por não ir ... e por fim...Já estive mais longe de completar 25 anos. Ah pois é.
11 junho 2007
11 maio 2007
09 maio 2007
08 maio 2007
03 maio 2007
Diário (com cheirinho)
Bem...sei que estou em falta... (mas ainda há alguém que venha ler isto?). enfim...sei que estou em falta... não por falta de tempo, ou paciência..mas sim porque não tem acontecido nada de interessante na minha vida para contar ahahahah. Pois claro que não é verdade...não tivesse eu uma vida cheia de coisas novas, interessantes e dignas de serem "blogadas". Será?
A verdade é que acho que já não sei escrever (alguma vez soube?). Mas ontem, tive uma insónia daquelas e resolvi (tenho resolvido poucas coisas na minha vida) ler. Peguei no livro e não me apetecu continuar...então, olhei para a prateleira e vi o meu pequeno e velhinho diário, com folhas com cheirinho a olhar para mim. Fui buscar e comecei a ler... e Li todo! E não são poucas folhas. Gostei tanto de o ler. Reparei que nos últimos anos só escrevi 2 vezes. Uma delas quando o Martim nasceu e a outra quando a minha tia Adelaide morreu. Antes disso, são anos e anos e anos de escrita... desde os tempos de primária...com desenhos e colagens de imagens da pequena sereia, até aos tempos da escola secundária. Paixões, amores e desamores, tristezas e alegrias, momentos de euforia e de profunda tristeza. Há de tudo no meu diário de folhas com cheirinho. O que é certo é que nunca deixei de escrever nele... E nele está toda a minha vida. Depois de ter acabado de ler apeteceu-me ligar a pessoas que não vejo há anos... apeteceu-me voltar à ericeira com a Inês, a Sofia, o Sérgio, a minha irmã, o Joel, o Bruno, o malaquias..e repetir aquelas noites a fazer pão com chouriço no nosso forno no alpendre, a conversar até de manhã...tanta coisa..momentos que desapareceram... que nunca mais vão voltar. Cada um pra seu lado. A nostalgia. A vida é mesmo assim! Apeteceu-me voltar às festas da encarnação e ver de novo aquele fogo de artíficio agarrada ao meu primeiro namorado, o Sérginho...voltar a fazer a promessa que passados 17 anos (já passaram 10) estariamos ali de novo juntos os dois. Não vamos estar. Mas o primeiro amor nunca se esquece, e ele tem muitas páginas no meu diário para nunca ser esquecido.
E é assim...
Ontem tive saudades. Muitas. De muita coisa.
A verdade é que acho que já não sei escrever (alguma vez soube?). Mas ontem, tive uma insónia daquelas e resolvi (tenho resolvido poucas coisas na minha vida) ler. Peguei no livro e não me apetecu continuar...então, olhei para a prateleira e vi o meu pequeno e velhinho diário, com folhas com cheirinho a olhar para mim. Fui buscar e comecei a ler... e Li todo! E não são poucas folhas. Gostei tanto de o ler. Reparei que nos últimos anos só escrevi 2 vezes. Uma delas quando o Martim nasceu e a outra quando a minha tia Adelaide morreu. Antes disso, são anos e anos e anos de escrita... desde os tempos de primária...com desenhos e colagens de imagens da pequena sereia, até aos tempos da escola secundária. Paixões, amores e desamores, tristezas e alegrias, momentos de euforia e de profunda tristeza. Há de tudo no meu diário de folhas com cheirinho. O que é certo é que nunca deixei de escrever nele... E nele está toda a minha vida. Depois de ter acabado de ler apeteceu-me ligar a pessoas que não vejo há anos... apeteceu-me voltar à ericeira com a Inês, a Sofia, o Sérgio, a minha irmã, o Joel, o Bruno, o malaquias..e repetir aquelas noites a fazer pão com chouriço no nosso forno no alpendre, a conversar até de manhã...tanta coisa..momentos que desapareceram... que nunca mais vão voltar. Cada um pra seu lado. A nostalgia. A vida é mesmo assim! Apeteceu-me voltar às festas da encarnação e ver de novo aquele fogo de artíficio agarrada ao meu primeiro namorado, o Sérginho...voltar a fazer a promessa que passados 17 anos (já passaram 10) estariamos ali de novo juntos os dois. Não vamos estar. Mas o primeiro amor nunca se esquece, e ele tem muitas páginas no meu diário para nunca ser esquecido.
E é assim...
Ontem tive saudades. Muitas. De muita coisa.
10 abril 2007
Coisas... e tal
O estar cansada, uns dias mais do que outros. O apetecer-me ter dinheiro para no fim-de-semana meter-me no avião e ir a uma cidade qualquer da Europa para ver outras caras, outras gentes, outros cheiros e ambientes. O apetecer-me acordar todos os dias pelo menos às 11 da manhã, e assim sim, vir mais bem-disposta para o trabalho. O começar a pensar no futuro e perceber que, se calhar, não é este o caminho, que posso estar a perder tanto tempo. O pensar que se calhar não, até estou a investir, mas no quê? Sinto tudo muito parado à minha volta... as perspectivas são??? Ninguém me dá respostas! Quero certezas. Certezas que não tenho e que preciso ter. O mundo do trabalho é lixado. Por cá estou e hei-de estar, por mais uns tempos...espero eu... até quando? Não sei! Mais uma certeza que não tenho.
De resto... tudo...normal!
De resto... tudo...normal!
04 abril 2007
Momentos
O meu primeiro evento na 37design revelou-se cansativo, divertido, e giro, giro, giro! Às vezes penso que deixar o jornalismo para entrar nesta área foi uma boa opção... outras não. Com o tempo saberei melhor. Até lá fico com este momento que o evento da EDP me proporcionou. O momento em que o Pedro Abrunhosa se sentou ao piano e tocou uma música (o novo single) que minutos antes, o seu assistente me tinha dado a conhecer através de um papel amachucado. Retenho este refrão (por acaso acho que não é o refrão, mas não interessa), que faz pensar.
De que serve ter o mapa se o fim está traçado
De que serve a terra à vista se o barco está parado
De que serve ter a chave se a porta está aberta
De que servem as palavras se a casa está deserta
Pedro abrunhosa, Quem me leva os meus fantasmas
De que serve ter o mapa se o fim está traçado
De que serve a terra à vista se o barco está parado
De que serve ter a chave se a porta está aberta
De que servem as palavras se a casa está deserta
Pedro abrunhosa, Quem me leva os meus fantasmas
Subscrever:
Mensagens (Atom)


